Fica a letra desta rábula teatral para que todos os que não percebam a lingua portuguesa possam entender através da tradução para a sua lingua de origem o quanto este país progrediu politicamente desde a data da sua exibição, ou seja, nada. Foi á 27 anos atrá...
[+] Fica a letra desta rábula teatral para que todos os que não percebam a lingua portuguesa possam entender através da tradução para a sua lingua de origem o quanto este país progrediu politicamente desde a data da sua exibição, ou seja, nada. Foi á 27 anos atrás, em 1983, e até ao presente ano, este país tem estado a saque e quem paga a factura é sempre o mesmo. O povo subordinado e não exigente.
Quem quiser saber a tradução de agumas palavras que constam na letra em calão português, é só enviarem comentário.
"- Aí Agostinho.
- Aí Agostinha.
- Que rico vinho.
- Vai uma pinginha.
- Este país perdeu o tino.
- A dar ao fino, a dar ao fino.
- Este país é um colosso.
- Está tudo grosso, está tudo grosso.
- Anda tudo a fazer pouco...da gente. Anda tudo a fazer pouco... da gente.
- Falam prá aí que há demissões e admissões, que nos partidos andam todos á atafona, o zé pagante já se ri das revoluções, mas também sabe que há muita malta calona.
- Anda tudo a fazer pouco... da gente. Anda tudo a fazer pouco... da gente.
- Para a revisão constituicional é o que eu digo, a liberdade não se pode deitar fora, que discutem muito mas depois ficam amigos e o zé povinho é que fica sempre á nora.
- Anda tudo a fazer pouco... da gente. Anda tudo a fazer pouco... da gente.
- Aí Agostinho.
- Aí Agostinha.
- Que rico vinho.
- Vai uma pinginha.
- Este país perdeu o tino.
- A dar ao fino, a dar ao fino.
- Este país é um colosso.
- Está tudo grosso, está tudo grosso.
- Anda tudo a fazer pouco... da gente. Anda tudo a fazer pouco... da gente.
- Isto de implicar prá aí muitos teóricos, mas em teoria é só pela pouca prova e só falam dos tais excessos históricos, quando afinal a gente quer é malta nova.
- Anda tudo a fazer pouco... da gente. Anda tudo a fazer pouco... da gente.
- E olha que muitos, que se leia, que se oiça. Chegamos todos sempre á mesma conclusão. Ele há menino que não diz coisa com coisa e toda a gente no final lhe dá razão.
- Anda tudo a fazer pouco... da gente. Anda tudo a fazer pouco... da gente.
- Aí Agostinho.
- Aí Agostinha.
- Que rico vinho.
- Vai uma pinginha.
- Este país perdeu o tino.
- A dar ao fino, a dar ao fino.
- Este país é um colosso.
- Está tudo grosso, está tudo grosso.
- Anda tudo a fazer pouco... da esquerda. Anda tudo a fazer pouco... da direita. Anda tudo a fazer pouco... da gente...